Moldar a terra é escutar o silêncio.
Cada peça nasce de um gesto, de uma emoção, de um momento.
Cada criação guarda em si
a memória da terra e do seu sopro,
e, mesmo no silêncio,
fala a quem quiser escutar.
Em cada peça há uma luta silenciosa:
permanecer no mundo, regressar ao sopro
e encontrar um sentido nos sentidos.
Photos, vidéos & musique © la pâte d’argile — Andros